Integrar uma plataforma ecommerce B2B com sistemas internos contribui significativamente para agilizar operações ou simplificar a experiência de compra do consumidor. Incluem dados de fabricação, envios, clientes ou contabilidade, entre outros.

 

Os softwares ERP que interligam com ecommerce são uma das integrações de dados mais comuns. Ainda assim, nem sempre são feitas da maneira mais correta. Neste artigo, revemos 4 dicas de ouro para assegurar que a sua integração ERP - ou qualquer outra integração de ecommerce B2B - resulta em sucesso:

 

1. DEFINIR DADOS A INTEGRAR

Perceber que dados incluir na integração é fundamental, qual a fonte dos dados, para onde serão enviados e com que frequência serão atualizados. Abaixo mostramos uma lista com tópicos comuns em integração de dados:

 

Encomendas online: do ecommerce ao ERP: À medida que as transações são colocadas através da plataforma de comércio eletrónico, a integração traz a encomenda para o sistema ERP. Esse é o ponto de integração mais comum que vai permitir cumprir as encomendas com mais eficiência. Esta integração inclui tipicamente dados do cliente, itens específicos encomendados e método de envio.

 

Encomendas offline: do ERP ao ecommerce: Permite aos clientes ver os pedidos fora do website. Por norma, essa opção é excluída na fase inicial da integração e tem tendência a ser considerada como desnecessária. No entanto, é uma boa maneira de construir um relacionamento com o cliente B2B.

 

Dados de produto: do ERP ao ecommerce: Possibilita a exibição dos produtos que estão em stock e a rapidez com que serão enviados. Pode mostrar um preço público para produtos, bem como peso, medidas, cor e outros atributos.

 

Dados do cliente: do ERP ao ecommerce: Permite mostrar a diferentes clientes os preços específicos de cada um, bem como os métodos de pagamento. 

 

Dados de envio e rastreamento: Data de entrega, transportadora, o método de envio e tracking number podem ser integrados para permitir que aos clientes saber quando esperar o seu pedido.

 

2. MAPEAR O FLUXO DE REGISTO DO CLIENTE

No mundo B2B, o processo de registo do cliente é muitas vezes crucial e as integrações de dados podem afetá-lo. Antes de qualquer integração, é necessário mapear o fluxo de registos para um novo cliente, um que ainda não tenha feito uma encomenda.

 

É possível permitir ao cliente usar informações - ex: código postal - que serão vinculados à sua conta offline. Independentemente de tudo, para obter o maior número de encomendas, aconselhamos a que se torne o processo de compra no mais simples possível para o cliente.

 

3. DEFINIR UM PLANO DE MIGRAÇÃO DE DADOS

Alguns exemplos de etapas iniciais e únicas que devem ser definidas são 1) carregar dados do produto - garantindo que todos os produtos têm um SKU válido que corresponda ao ERP; ou 2) mapear utilizadores existentes para contas ERP, entre outros.

 

4. PLANEAR A RESPOSTA A POTENCIAIS FALHAS

Não importa o quão bem a integração está planeada. É preciso lembrar que, por vezes, os dados não chegam ao destino corretamente. Uma integração bem planeada inclui sempre os possíveis riscos.

 

Como a plataforma vai funcionar se o ERP falhar por um período prolongado? Caso falhe, o website fica acessível durante 24h e os dados voltam a atualizar quando o sistema ficar online? Ou então, como se precaver se um tracking number não estiver no banco de dados?

 

Um "event log" pode rever erros e localizar potenciais problemas. Por isso, é recomendada a configuração de alertas por e-mail para cada erro específico.

 

Se os requisitos da integração, o processo de registo de cliente, o plano de migração e a gestão de riscos forem previamente planeados, conseguimos os elementos fundamentais para o sucesso de uma integração ERP em ecommerce B2B.

 


 

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